Quando a sala dos fundos deixa de ser suficiente
O sinal costuma ser um destes: o ar-condicionado da sala falhou num fim de semana e ninguém percebeu; o nobreak não aguenta mais o tempo de queda de energia da região; o rack está em uma sala por onde passa gente o dia inteiro; ou a operação passou a depender de sistemas que não podem ficar fora do ar. A partir daí, manter servidor no escritório vira risco maior do que economia.
O que muda de verdade no colocation
Energia com duas fontes e gerador, refrigeração dimensionada e monitorada, detecção e combate a incêndio adequados a equipamento eletrônico, e controle de acesso com registro de quem entrou e quando. Some-se a isso conectividade redundante de múltiplos provedores no mesmo prédio, o que permite contratar links de operadoras diferentes sem obra e sem depender da infraestrutura da rua do seu escritório.
Colocation, nuvem ou os dois
Não é uma escolha excludente. Sistemas legados que exigem hardware específico ou licenças amarradas a equipamento costumam ficar melhor em colocation; cargas variáveis e ambientes de teste rendem mais em nuvem. O desenho mais comum em empresas de médio porte é híbrido: o núcleo em colocation, a expansão em nuvem, e uma rota dedicada entre os dois. Avaliamos qual carga faz sentido em cada lugar antes de propor.
Como contratamos: consultoria multi-bandeira
Somos multi-bandeira e trabalhamos com as principais operadoras e provedores do mercado; este site concentra o portfólio TIM porque somos um dos maiores consultores TIM do país. Data center e colocation ficam fora desse portfólio, então acionamos a nossa rede de parceiros homologados — cuidando do dimensionamento de rack, energia e conectividade, e da mudança física dos equipamentos quando é o caso, com nossa consultoria respondendo pelo projeto de ponta a ponta.