Quando a sua empresa realmente precisa de IP fixo
Precisa de IP fixo quem hospeda algo que recebe conexões de fora: VPN entre matriz e filiais, servidor local acessado remotamente, CFTV consultado pelo celular, sistemas de ponto e catracas, ou integrações que exigem liberação por endereço de origem em firewall de terceiros. Se a operação apenas consome internet — navegação, e-mail em nuvem, videoconferência — o IP dinâmico costuma bastar e o IP fixo vira custo sem retorno. Essa é a primeira coisa que checamos antes de propor.
IP fixo, IP dinâmico e CGNAT: a diferença que trava projetos
No IP dinâmico o endereço muda periodicamente, o que quebra qualquer serviço publicado. Pior: muitos acessos operam sob CGNAT, em que vários clientes dividem o mesmo IP público — nesse cenário não há como abrir porta nem fechar VPN, por mais que o roteador esteja configurado. É a causa mais comum de "a VPN não sobe" em empresas. O IP fixo público resolve os dois problemas de uma vez, saindo do CGNAT e fixando o endereço.
Bloco de IPs e IPv6 para operações maiores
Quando um único endereço não basta — vários serviços publicados, ambientes segregados ou balanceamento — é possível contratar um bloco de IPs roteado para o seu link. Avaliamos com a engenharia quantos endereços o seu cenário exige, evitando tanto o subdimensionamento quanto a contratação de bloco maior do que o necessário. Também orientamos sobre IPv6 quando a operação já tem demanda.