A regra 3-2-1 e por que ela ainda vale
Três cópias dos dados, em dois tipos de mídia diferentes, com uma delas fora do local principal. Parece básico, mas é justamente o que falta quando uma empresa perde dados: quase sempre havia backup, e quase sempre ele estava no mesmo prédio, no mesmo servidor ou na mesma rede que foi comprometida. A cópia externa é o que separa um susto de uma parada de semanas.
Ransomware mudou o que se exige de um backup
Ataques modernos procuram o backup antes de criptografar a produção — porque sabem que é ele que tira o poder de barganha do atacante. Por isso o desenho atual exige cópia imutável, que não pode ser alterada nem apagada durante o período de retenção, e credenciais de backup separadas das credenciais de rede. Sem esses dois cuidados, o backup cai junto com o resto.
RPO e RTO: as duas perguntas que definem o projeto
RPO é quanto dado a empresa aceita perder, medido em tempo: se o backup roda de madrugada, o RPO é de um dia inteiro de trabalho. RTO é quanto tempo a operação aceita ficar parada até voltar. Responder essas duas perguntas com números define tudo o mais — frequência, tecnologia e custo. É por aí que começamos, e não pelo tamanho do disco.
Como contratamos: consultoria multi-bandeira
Trabalhamos como consultoria multi-bandeira, com as principais operadoras e provedores do mercado — e este site concentra o portfólio TIM porque somos um dos maiores consultores TIM do país. Nuvem corporativa e backup gerenciado ficam fora desse portfólio, então acionamos a nossa rede de parceiros homologados, com nossa consultoria desenhando a política de retenção, acompanhando os testes de restauração e mantendo a interlocução única — inclusive na hora crítica, que é quando alguém precisa saber exatamente a quem ligar.